Gisele Hammerschmitt

A Biblioteca  da Unisinos já começou o processo de restauração de suas obras.

No dia 1º de dezembro, eu, juntamente com a minha turma, alunos da Comunicação Digital, visitamos uma das maiores bibliotecas do país para conhecer o Projeto de Criação do Memorial Jesuíta que já inicia a restauração de suas obras do século XV a XX.

A visita foi feita  a partir da disciplina de Memória e Arquivamento com os professores Silvio Alves e Léia Bruscato, com a finalidade de conhecermos sobre o processo que conserva parte da nossa cultura e a memória de nossos antepassados. Fomos acompanhados pelo responsável e integrante do projeto Luiz Fernando Rodrigues do Programa de Pós Graduação em História.

O projeto possui mais de 200 mil itens a serem restaurados e o acervo possui livros antiquísimos, alguns de 1.400. O método utilizado pela instituição requer cautela na manipulação destas obras, para mantê-las em bom estado já para a futura digitalização.

Todos os livros que chegam a biblioteca seguem um processo que se constitui em fases:

Primeiramente os livros são limpos e encaixotados, para evitar que substâncias possam estragar o material, nesta etapa dependendo do estado físico do livro, ele ganha prioridade no processo. Depois são separados em grupos definidos por grandes áreas, por exemplo: medicina, astrologia, etc. A próxima fase é quando as informações dos livros são processadas, são elas características do conteúdo da obra, autor, exemplares no mundo, enfim uma catalogação bibliográfica. Em seguida a obra vai para um pré diagnostico onde é definido o que precisa ser feito para ter a memória preservada, entram então métodos diversos como digitalização e fotografia. Após o livro é restaurado e digitalizado para ser arquivado e disponibilizado ao público. Para disponibilizar esses livros a Biblioteca irá necessitar de um storage para arquivamento de todas essas obras e logicamente de um sistema que possibilite os usuários achar esse conteúdo de forma completa.

As obras presentes no acervo são realmente incríveis. O livro abaixo é de 1.400, com capa de madeira, detalhes em couro e fechadura de metal. Em uma análise detalhada podemos ver manuscritos medievais aproveitados para compor a estrutura do livro, pedaços de papel usados como rascunhos que são muito mais antigos que o próprio livro. Assim como esse, vários outros possuem histórias muito curiosas, bilhetes encontrados como marcadores de página, receitas de como construir pontes no século XV. Livros que contribuem com nossa história e que nos ajudam como fonte de aprendizado.

Capa de madeira, detalhes em couro, idade aproximada: 600 anos.

A iniciativa de organização,  preservação e disponibilização é realmente grandiosa, trata-se de um apoio e incentivo a cultura na nossa Universidade, além de promover o resgate e acesso a informação.

Parabéns Unisinos!

Blog Busca CorporativaEntrou no ar a poucos dias o Blog Busca Corporativa de cara nova, customizável em wordpress e feito por mim ;).

O dono do blog é o Eduardo Guimarães (my boss), diretor da E-Storage Tecnologia, Enterprise Professional Google.

Entre os conteúdos do blog é possível encontrar depoimentos de clientes, parceiros de tecnologia Onebox, Google Search Appliance, GSA e Google Mini. Uma verdadeira explosão de experiência dessa “tecnologia que substitui a navegação complicada em multi-etapas por uma simples busca”.

Decidir o CMS adequado é sempre um conflito quando se encontram opiniões contrárias em uma equipe. Atualmente preciso de um site para minha empresa onde juntamente colocarei um blog, e para em um futuro muito próximo colocar uma loja de e-commerce.

Para cada problema uma solução diferente e o ideal seria site e blog ficam em wordpress e o e-commerce vai para o Joomla, mas não, não é isso que eu quero, eu quero um e quero o melhor.

Minha opinião segue a mesma que a do blog YaPCi no post WordPress VS Joomla, os sistemas são incomparáveis, pois cada um tem suas funcionalidades específicas, ao mesmo tempo que cada um com suas deficiências encontram uma solução.

O WordPress já possui um plugin para e-commerce, assim como o Joomla já possui alternativas para SEO, incluindo dar jeito nas URL’s afim de deixá-las amigáveis como no WordPress, que atualmente é o melhor CMS para otimização nos resultados de busca. O wordpress é muito mais prático, você instala e já sai criando os seus artigos, mas o Joomla possui muito mais serviços para seus usuários (fóruns, loja virtual, galerias de imagens, jogos, calendários, tudo isso com um mesmo usuário), no entanto perde muito como blog, afinal, disso o WordPress entende.

Outra comparação muito construtiva pode ser encontrada em Informaniaci – WordPress Joomla VS.

Enquanto isso, mesmo sendo fã do WordPress acaberei por escolher o Joomla, pois é o que mais se adequa as minhas necessidades atuais.

Pitacos sobre o assunto serão muito bem vindos já que me encontro em quase completa indecisão.

O novo site das Casas Bahia já não é mais novidade para ninguém, no entanto vale a pena ser mencionado no quesito “busca”. Por se tratar de um site de e-commerce a busca da loja virtual deixa muito a desejar. Experimente digitar áudio ou televisão sem acentuação e veja por si mesmo os resultados.

O caso me chamou a atenção pelo motivo de saber que o público alvo das Casas Bahia é um público pouco habituado a comprar pela internet e de ter uma ortografia considerada exemplar. Então porque não facilitar as buscas trazendo ao usuário o que ele procura mesmo sabendo que não estão “todos os pingos nos i’s”?

Bem, vou pular direto para algumas sugestões deste site de e-commerce. Primeiramente é necessário ter uma ferramenta apropriada, com infra para suportar esse tipo de busca. Além é claro, de informações organizadas, vocabulário controlado, palavras-chave mais diversas possíveis ((ipod, aipode, ipode, aipódi) acredite o pessoal digita errado mesmo) e um gerenciador de documentos podem melhorar consideravelmente os resultados.

É simples Casas Bahia, agiliza ou então vai perder dinheiro!

Me inspirei no post do Daniel Bohn sobre o site das Casa Bahia para fazer esse post, embora também o site tenha me deixado super aguçada para fazer uma crítica.

Hoje já é um pouco tarde para um post de encerramento do ano letivo, mas pensando bem nunca é tarde para alguma coisa. As aulas terminaram há uma semana, e eu já estou com saudades dos colegas e dos trabalhos. É, isso pode parecer invenção, mas eu tô mesmo.

Ok, mas vamos falar do meu último trabalho para a disciplina de Produto II, a menina dos olhos no meu bimestre. Não foi um trabalho super mil, que alguém seja incapaz de fazer, mas foi meu e valeu muito o esforço e o aprendizado (nossa, pareço uma mãe falando).

O projeto se resumia em apresentar a Aula Aberta 2008 através de um hotsite, o tema discutido na aula era “A Emergência” que trata-se de uma idéia desenvolvida pelo autor Steven Johnson, um cara muito bacana e inteligente – é amigos, não deixem de ler o livro que fala sobre o assunto, é muito interessante: “Emergência – A Dinâmica em Rede em Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares”. O livro explica sobre sistemas complexos que se organizam em hierarquia, “em busca da ‘ciência da auto-organização’, Johnson traça paralelos entre a história das cidades, o comportamento de fungos, a inteligência artificial, o mercado de seda em Florença, as colônias de formigas e o site Slashdot.org” (Folha Online).

Então eu tinha que transformar todo esse conceito em um hotsite que demonstrasse aos usuário esta idéia sem perder a lógica e ainda por cima tudo deveria ser desenvolvido em Flash. Até ai tudo ok, a dificuldade poderia ter sido a ferramenta, ja que eu não sabia nada ou pouquíssima coisa sobre o software, entretando isso não foi um problema. Segui os prazos, e me manti na linha, o que rendeu em um produto, eu diria, legal.

É, foi muito legal essa experiência, embora algumas frustações na parte de design, porque mudei milhões de vezes aquela caixa desgraçada no Photoshop, sem contar os balões que me renderam um final de semana. Mas enfim, não ficou super lindo e do jeito que eu queria, porém uma das coisas que mais progredi com esse trabalho foi aprender a não me cobrar demais em questões que ainda preciso amadurecer, porque é lógico que eu não quero ficar terrível assim para sempre, mas é o que eu consigo agora e aprendi a aceitar isso. ;)

E aí vai… tcharãm: Aula Aberta – Emergência – Ms. Hammer

Confira o resultados dos outros produtos da turma 2008.

Revolução digital na literatura chegou? Creio que ainda não, talvez em um futuro próximo isso esteja por acontecer, já que o Brasil vende 20 computadores por minuto e a única coisa que falta é adaptação dos usuários. Porém, acredito que enquanto houver pessoas como eu, as bibliotecas continuaram a serem freqüentadas e as bancas e livrarias continuarão a vender.

Simplesmente não suporto ler livros na tela de um computador, e não é por falta de tentativas. A revelação pode soar estranho se tratando de uma estudante de Comunicação Digital, no entanto, não há nada que me deixe mais motivada a ler do que o cheiro de livros, o conforto, o hábito de descansar lendo, de fugir de uma rotina de trabalho e estudos que já acontece em frente a uma tela.

Entretanto, toda essa resistência não significa que jamais me renderei aos encantos da leitura prática e ecologicamente correta, idéias criativas e inovadoras podem me conquistar. A tecnologia e a inovação são fatores determinantes desta mudança. Não se trata apenas de ler o mesmo texto em outro formato, mas sim de oferecer um plus ao leitor. Quero saber o que vou ganhar (além de uma consciência limpa por não ser responsável pelo desmatamento) por trocar o meu método simples e confortável por algo novo ao qual não estou acostumada. Quero hiperlinks, fotos, textos dinâmicos, praticidade, algo que faça essa mudança valer a pena.

Até mesmo a possibilidade de ler em um celular enquanto ando de ônibus, sem precisar levar um livro a todo lugar para ler em momentos de lazer, já se torna uma opção atraente para mim. Afinal, antes de qualquer coisa, ler é a minha diversão e não importa como eu o faça, mas se me restar escolha não direi adeus ao papel tão cedo.

Trabalho desenvolvido para a disciplina de TI pelos alunos Daniel Bohn, Gabriela Steigleder e Gisele Hammerschmitt.

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